Depois do novo desaparecimento de Leôncio, Francisco pouco parava em casa, vivia no cais bebendo.
Rufino já desconfiava de que era corno. Achou uma carta dela endereçada a um marinheiro do "Miranda".
Num passeio de canoa, Esmeralda, sabendo que ia morrer, conta em detalhes o seu envolvimento com Guma, mas Rufino não acreditou. E ela riu. E foi rindo que morreu. Rufino a matou com um remo e depois à jogou aos tubarões. Só encontraram, depois, pedaços dos cadáveres.
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